10/01/2009

ARROZ DOCE


Um prato de sal leve com sabor de lua


onde mexo doce mente



e, conto os ©rist ais menores para ter mais : e:s:p:a:ç:o….




aconchego


no prato branco (f) Rio


a lua de baunilha


esperA que o punhado de SAL


e SOL


sejam suficientes para temperar o “arroz do ©éu”…

:
fa-01Out/09

25 Sal Picos:

HSLO disse...

Estava com saudade de passar por aqui...viu. Voltei,


abraços


Hugo

Nydia Bonetti disse...

lua e sol - baunilha e sal:
a vida bem temperada... e o poema tão doce.

que lindo, Fá.

beijos.

prafrente disse...

F@, como podes tu falar tanto em sal quando tens uma imaginação tão doce? E aquele teu arroz doce salgado, com um ar esverdeado, parece pouco desejado, porque pode estar estragado e até aqueles olhos pretos,mesmo ao lado, parecem ser de um gato espantado com tanto sal no teu arroz doce salgado.

Beijinho

Patti disse...

Ai menina, doce é o que tu escreves e pintas. Eu já dava era umas valentes colheradas nesta tela de arroz-doce! :))

sideny disse...

Belo arroz doce:))

Já pensas-te escrever um livro,ilustrado com as tuas belas telas?

Ia ser um sucesso:)

beijinhos doces

BAR DO BARDO disse...

Prato para a gente se lambuzar de sonho...

Beijo!

Graça disse...

"e, conto os crist ais menores para ter mais espaço"_________ lindo! Adoro vir aqui, Fá, por tudo. O final do teu poema, "arroz do céu", lembrou-me esse extraordinário conto...onde o céu do limpa-vias é o chão que os outros pisam.


Um beijo imenso de carinho. E outro, porque sim.

Zica Cabral disse...

Fa, tu brincas com as palavras de uma maneira admirável. Gostei do teu arroz doce.......
Do doce salgado.............porque o sal abre o gosto dos alimentos...assim como da vida.
bjs
Zica

L. Rafael Nolli disse...

Olá, F@! Olha, gostei muito desse jogo com as palavras, misturadas a símbolos, cria uuma dimensão interessante, dando um contorno diferente para as palavras. Abraços.

Eduardo Aleixo disse...

Um arroz assim confeccionado
Salpicado de luar e de baunilha
Com barquinhos de luz navegando
Nos intervalos do sal,
É doce, manhã, cor leitosa,
Doce de ceu, maná de sol...
--------------
Um beijo sal-picado

Brancamar disse...

Olá Fá,

Vim buscar um pouco de sol e luar para aquecer este fim de tarde enevoado...e levo comigo o sabôr da lua, nos sonhos da noite.

Muitos beijinhos.
Branca

lino disse...

Não posso comer mas gostei! Agora abandonaste a outra "tasca"?
Imenso beijinho

CGS disse...

Arroz doce salpicado com canela... de preferência ainda quente, acabado de saír de mãos salpicadas de talento...
Perfeito.

Brancamar disse...

Olá Fá,

Pode fazer-te mal o arroz doce :)..., voltei para levar a minha parte e também uma pitadinha de sal, assim mexido por ti, para dar sabor à vida.

Sonhos mil

Bom fim de semana prolongado.
Beijinhos

. Intemporal . Paulo . disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marcia Barbieri disse...

Muito bom ver suas cores e palavras...

beijos ternos

Maria Dias disse...

Que delícia de arroz do céu!E que delícia de tela com esta mistura de belas cores!Fá q vc tenha uma ótima semana de inspiração!

Beijo!

ps. Tenho postagem nova no Avesso Musical...Quando puder apareça!

Fatima disse...

Um arroz muito bem condimentado.

Fragmentos Betty Martins disse...

._________querida Fá





sente-se




o.aroma



de.arroz.doce________________...


.que em tons.de.bauninha
pintam.o.céu.da.boca____...








____________________///










beijO______ternO
b.semana

Anónimo disse...

Não sei se deva dizer o "arroz do céu" se o da F@.
A beleza das palavras musicadas e apaladadas com o saber "doce" da receita "poética".

bj...nho

Babi M.S. disse...

que poema ado.sa.lga.do

Fragmentos Betty Martins disse...

._______querida Fá



vim



_____________deliciar-me como teu.tão.doce____arroz do céu...






__________________///









beijO______ternO.sempre

Gusto Vibe disse...

"e, conto os cristais menores para ter mais espaço..."

Nossa estou ficando sem espaço nesse prato saboroso,
mais e daí, eu adoro arroz doce!!!

Lindo......delicioso...........

Abraços
Gusto

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Fá!

DOR DE ALMA

Meu pratinho de arroz doce
polvilhado de canela;
Era bom mas acabou-se
desde que a vida me trouxe
outros cuidados com ela.

Eu, infante, não sabia
as mágoas que a vida tem.
Ingenuamente sorria,
me aninhava e adormecia
no colo da minha mãe.

Soube depois que há no mundo
umas tantas criaturas
que vivem num charco imundo
arrancando arroz do fundo
de pestilentas planuras.

Um sol de arestas pastosas
cobre-os de cinza e de azebre
à flor das águas lodosas,
eclodindo em capciosas
intermitências de febre.

Já não tenho o teu engodo,
Ó mãe, nem desejo tê-lo.
Prefiro o charco e o lodo.
Quero o sofrimento todo,
Quero senti-lo, e vencê-lo.

ANTÓNIO GEDEÃO

Beijos do outro lado, aqui pertinho,

Oliver Pickwick disse...

Texturas pictóricas e poéticas com a delicadeza e a leveza de pluma flutuante. Além disso, este é o nome de um prato matinal que me trás saborosas e preciosas reminiscências.
Um beijo!

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