5/30/2009
5/23/2009
[ PARA T ] ! N T E M P O R A L
! n t e m p o r a l
O vento estilhaça a barr e i r a do som
A © o r da os palpites,
(des)f a z o lu a r
e a harmónica © o r esmeralda do oceano…
pacífico
des e n r o l a r do © é u pelo m a r
estremecer das vagas
estremecer das vagas
estrelas…
“© l a m o r e s”
©larões
a l u z a s s o m b r ada das “nuvens…”
nas dunas…
a vegetação agitada deita-se na terra
a vegetação agitada deita-se na terra
a escutar as raízes das ondas…
! n t e m p o r a l a fogu e i r a do s o n h o
en v o l v e
m i s t e ® i o sa m e n t e a escuri d ã o
m i s t e ® i o sa m e n t e a escuri d ã o
(e) t e r n a
©
a
!
a noite no oceano …
afoga-se
® i t o de s a g r a ç ã o
© o r a i s...
5/16/2009
R ESPLEN D O R
(®) ESP(l)EN D O R
.
TÉNUE
réstia de luz acode o músico triste
.
.
TÉNUE
réstia de luz acode o músico triste
.
só
no escuro
e a cúpula celeste apagada
a esperança
no escuro
e a cúpula celeste apagada
a esperança
e n a m o r a d a
baila ® i na apren d i z
de violino
á chuva
///
húmidas cordas suspiram
e quebram a m e l o d i a
“africana “
…
lí r i c a balada
baila ® i na apren d i z
de violino
á chuva
///
húmidas cordas suspiram
e quebram a m e l o d i a
“africana “
…
lí r i c a balada
nas abas do c o r ação
a m a r go doce
o a c o r d e
deleite SAL
agri doce in q u i e t o
trova d o r
a a d o r mecer formigas
nebulosas cigarras
salp!cadas
de papoilas brancas
trilhadas nos intervalos de asas das nuvens
já o solo frita
românticas sementes de sonho
deleite SAL
agri doce in q u i e t o
trova d o r
a a d o r mecer formigas
nebulosas cigarras
salp!cadas
de papoilas brancas
trilhadas nos intervalos de asas das nuvens
já o solo frita
românticas sementes de sonho
ama poemas enraizados
(h)á
l
u
a
feiticeira
r e d o n d a
l
u
a
feiticeira
r e d o n d a
g ® á v i d a
de prata do luar
5/10/2009
V A P O R E T É R E O

V A P O R E T É R E O
V a p o r
V a p o r
Do salitre a roçar as vagas
Sumo de fogo nas tranças das nuvens
l e v e m e n t e o mar
inquieta
o horizonte nu sem estrias…
pleno tesouro f u l g u r a n t e
ur g e n t e
a c h a m a
da m e m o ® i a viaja descalço
… a celebrar
… a celebrar
o verso com o verbo in fl a m a r
Areias movediças recitam alto
mágicas promessas da saliva ás ondas
emprestam ao céu e n c a n t a d o
repuxo d’água n o fogo
l
í
q
u
i
d
o
s
a b r a ç o s
e outros fluidos…
cálidos anseios
cálidos anseios
...
…afectos ®aros...
s a l p ! c o s s e n s u a i s de e ºs ºp ºu ºm a º
no ®osto m e l a d o
do sol
in s a n o
F@-09Mai/09
F@-09Mai/09
5/07/2009
P O V O A D O
Po v o a d o
das sombras móbiles
das horas cei f a d a s nas hastes do s o n h o
o c o r ação súbito da aurora
respira misté r i o
c a m a r inhas de orvalho nos fios da teia
pálida de aranha a d o r m ecida
verde br u m a
…
gélido o banho de beijos ® i s o n h o s
no c é u da b o c a
abandonado
ao S A L na água
D O C E
cristal imaculado…
rumor
de abelhas na flor dos ulmeiros
a braços dos galhos
ao cascalho aquecido
S
U
S
P
E
N
S
O
da lua secreta…
L E V E
coroa de ágatas anis
no âmbar
horizonte
térreo aceso
Fa-07Mai./09
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"O silêncio é o grito mais alto."
Schopenhauer
Schopenhauer
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Post' it de Sal Picos
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