1/04/2009

(N) A C O R D O S A L

TITULO: (N)A COR DO SAL - TÉCNICA : AGUARELA
DIMENSÃO: 24/19 - AUTOR : FÁ DUARTE

(N) A C O R D O S A L

(A)corda Dorme(nte)
A luz …

(Des)feita em lágrimas coradas de sol…
ar dor…
de lágrima em lágrima
e de olhos rasos,
brilhantes bolas de cristal estilhaçam sufocos
a garganta irritada soca o coração
in felizes ambos a braços com a cabeça…
a insist ir na cor do sal


16 comentários:

BlueVelvet disse...

Lindo o que escreveste e adoro as cores quentes da aguarela.
Mas lembras-te que sempe me dizes para não chorar?
Beijinhos, querida

Sueli Maia (Mai) disse...

Olá, F@.

Cheguei aqui após ler comentário teu em um blog que acompanho.
E adorei tudo o que li, vi e ouvi.
Um espaço repleto de criatividade, originalidade, beleza.
Gostei imenso do uso que fazes deos parêntesis, numa espécie de 'decomposição' e multiplicação de uma mesma palavra.
Gostei do destaque das cores. Das aquarelas, da vida e da sensibilidade e emoção em cada cantinho, aqui.

Eu voltarei, por certo.

Abraços.

JC disse...

Por vezes faz bem chorar, conseguimos exteriorizar tudo o que nos vai na alma, deitar fora tudo que de mal nos inunda.
Chorar, não é vegonha, como muita gente pensa, antes exteriorizar um estado de alma. Alegria ou tristeza.
Quando o nosso choro termina ficamos bem, ficamos mais "aliviados" ficamos melhor.
Beijinhos

Josely Bittencourt disse...

ah mas quero do sol acordes de cores vibrantes, posto que a dor mente e por vezes solaz são as lágrimas que desmentem o coração.


F@da, beijos tropicais!

~pi disse...

também muito sal

a cor do :)



beijo ( bela música de onda ~

Oliver Pickwick disse...

Quem é esta garota? Está diferente, F@!
Resolvi presentear-me com alguns dias de férias. Estou em viagem por alguns lugares da Bahia.
Desejo um feliz 2009 para você. Com muitas cores, é claro!
Um beijo!

1/4 de Fada disse...

Até quando é dorida a tua poesia é bonita. Ou deveria dizer mesmo quando é dorida?
Não consigo deixar de ver um ouriço vermelho na tua aguarela... talvez um ouriço do mar...

Graça disse...

Cada salpico de ti que chega ao meu palco é uma alegria.

Estas tuas palavras, pintadas com alguma tristeza, fizeram lembrar-me Eugénio de Andrade...

Escuta, escuta: tenho ainda
uma coisa a dizer.
Não é importante, eu sei, não vai
salvar o mundo, não mudará
a vida de ninguém - mas quem
é hoje capaz de salvar o mundo
ou apenas mudar o sentido
da vida de alguém?
Escuta-me, não te demoro.
É coisa pouca, como a chuvinha
que vem vindo devagar.
São três, quatro palavras, pouco
mais. Palavras que te quero confiar,
para que não se extinga o seu lume,
o seu lume breve.
Palavras que muito amei,
que talvez ame ainda.
Elas são a casa, o sal da língua.

Um beijo de boa noite, querida Fá

Carla disse...

lindas as cores deste sal que nos ofereces em forma de pintura e de pelavras
beijos e bom ano

. intemporal . disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gasolina disse...

É no salgado das lágrimas que se acha o tempero das palavras (tuas).

Vou repetir-me... GOSTO!!!

Um beijo Menina das Nuvens.

Marinha de Allegue disse...

Interesante mestura...

Beijos dispersos polas nubes.

;)

O Profeta disse...

Quanta beleza em tua alma...


Doce beijo

mundo azul disse...

_______________________________

Gostei da sua tela!

O texto se casa perfeitamente com ela...

Beijos de luz e o meu carinho!

_________________________________

Adriana Godoy disse...

Vim por acaso e gostei do que vi. Vou voltar.

Anónimo disse...

fantastica


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"O silêncio é o grito mais alto."
Schopenhauer


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